Karin Henriksson, fundadora da WhistleB e especialista em Compliance, em recente entrevista à ACFE – Association of Certified Fraud Examiners trouxe essa interessante tendência como resultado de pesquisa conduzida em novembro-2016 no 3º Summit sobre Anticorrupção (edição escandinava). Veja os principais destaques:

  • Quase 80% dos respondentes recebe a maioria das manifestações via sistema online;
  • Mais de 3/4 dos profissionais de Compliance preferem receber relatos via sistema online, enquanto somente 10% preferem recebe-los por telefone;
  • Praticamente 70% dos entrevistados informaram que gerenciam os casos de denúncia
    internamente e 30% gerenciam tanto interna quanto externamente.

Os clientes da WhistleB ouvidos em 2016, cerca de 100 organizações, informaram que metade das denúncias levou a diálogos anônimos entre o manifestante e a empresa.

O que podemos aprender com esses resultados?

  1. A garantia de anonimato e segurança que os canais de comunicação ética online oferecem, atraem os mani
    festantes, para quem fazer uma denúncia continua a ser uma decisão desconfortável a tomar;
  2. Acreditamos que os profissionais de Compliance preferem receber manifestações via web porque o sistema online permite que capturem a informação de forma mais eficiente e tratar os casos com maior eficácia, com o apoio do processo online estruturado;
  3. As empresas escandinavas claramente preferem estruturar equipes internas de investigação. As vantagens: habilidade de combinar informação de inúmeros casos e identificar padrões e tendências; uso mais seguro da informação; solução com melhor custo-benefício;
  4. Sistemas de canal ético online tem valor inestimável em propiciar diálogo inerno anônimo entre o manifestante e a empresa.

Karin lembra ainda que o canal ético online é essencial na prevenção de fraudes, como reporta um cliente da WhistleB na pesquisa: “Percebemos que as manifestações se tornaram mais frequentes quando os empregados puderam relatar com garantia de anonimato, e em seus próprios termos. ”

Para ler a entrevista no original (em inglês), clique aqui.

 

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